
Após a queda do Império Babilônico, em 539 a.C., Ciro, líder do Império Medo-Persa, permitiu que o povo judeu retomasse a Jerusalém para reconstruir o Templo no mesmo lugar onde antes se erguia o que havia sido destruído: no Monte Moriá, o Monte do Templo (Ed 1.2-4). Esse segundo Templo foi remodelado durante o governo de Herodes, o Grande, numa obra que levou cerca de quarenta e seis anos para ficar pronta e o transformou num dos mais extraordinários edifícios do mundo.

Mas Siquém já foi uma cidade verdadeiramente judaica, e não foi por acaso que, em sua despedida, o idoso Josué reuniu os israelitas ali para Ihes rogar que seguissem a Deus (Josué 24).
Josué levou Israel de volta às suas raízes, tanto físicas quanto históricas, numa eficaz lição prática que tinha o objetivo de reforçar os laços da nação com as gerações passadas e com tudo o que Deus havia feito.

Migrando dos antigos domínios gregos e romanos, os judeus estabeleceram-se em terras européias e asiáticas e nas do continente africano. Pode-se afirmar que, antes mesmo da destruição do Segundo Templo de Jerusalém, no ano 70, significativa parte do povo não mais se encontrava em terras do Oriente Médio.
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